Olha a curva!

Ser capaz de perceber os sinais de mudança e se adaptar em um ambiente imprevisível é mais útil do que tentar prever o futuro através de projeções e planos.
Faz sentido planejar quando se está em um ambiente previsível. É como dirigir olhando pelo espelho retrovisor em uma estrada reta. O futuro nesse caso é a continuação do passado. A crise, no entanto, é como uma curva nesta estrada que estamos utilizando por analogia. Uma descontinuidade! É preciso perceber como a estrada está mudando e responder de acordo. Está aí um novo paradigma para inovação e para lidar com o futuro em momentos de incerteza e imprevisibilidade: trabalhar com o futuro que emerge.

Para quem, como eu, foi formado em organizações tradicionais, o ciclo de planejamento e orçamento anual nos marca para o resto da vida! Torna-se uma verdade incontestável! Fica difícil imaginar que haja uma outra maneira de trabalhar com o futuro. Mas haverá uma outra forma?

Diversos autores – Haeckel de Adaptive Enterprise, Laloux de Reinventing Organizations e Robertson de Holocracy –, para citar alguns, não só pensam diferente, mas reportam organizações de tamanhos e em setores distintos trabalhando de outra forma. Organizações com um claro propósito e princípios de atuação, onde a estratégia é um processo contínuo com o envolvimento de todos e uma estrutura mais horizontal facilita responder e se adaptar as novas necessidades.

Olha a curva!

GEORGE NECYK
george.necyk@ecosocial.com.br
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