CEO do grupo egípcio SEKEM participa do primeiro DIÁLOGO PARSIFAL21 de 2018

Que impacto você quer causar com seu negócio?
O 23º DÍALOGO PARSIFAL21 do EcoSocial, ocorrido no último dia 23 de março, partiu desta pergunta para receber como convidado Helmy Abouleish, CEO do SEKEM, grupo empresarial com 1.800 funcionários e uma rede 500 fazendas, que nos últimos 40 anos vem promovendo o desenvolvimento econômico, social, ambiental e cultural no Egito.
 
O evento teve a participação de Helmy Abouleish em transmissão simultânea direto da sede principal do SEKEM, no Egito, para salas em São Paulo-SP (na sede do EcoSocial, e na Plongê Gente e Gestão), Rio de Janeiro-RJ, Curitiba-PR (com apoio da Pelissari Gestão e Tecnologia), São José dos Pinhais-PR (com apoio do Shopping São José), Porto Alegre-RS (com apoio da ESPM) e Salvador-BA. O DIÁLOGO PARSIFAL21 é uma iniciativa criada para promover o conhecimento e o intercâmbio sobre novas formas de fazer negócios com propósito e impacto socioambiental positivo, e tem como apoiadores Bernardo Zerbini, Carolina Camargo, Design do Pensamento, LUMO, Plongê e Porto Bravo.
 
O Grupo SEKEM esteve no roteiro da recente 9ª JORNADA PARSIFAL21 ao Egito, realizada pelo EcoSocial em fevereiro passado. Entre muitas experiências, os participantes da Jornada mergulharam no universo desta que se tornou uma organização modelo de sustentabilidade na região do Cairo.
 
Confira algumas declarações inspiradoras dadas pelo CEO Helmy Abouleish no evento e conheça mais sobre o grupo SEKEM clicando aqui.

“SEKEM é uma sociedade aberta. Estamos ligados a milhares de fazendeiros, e a muitos outros níveis da sociedade, em especial em torno da produção de algodão. Queremos ser um modelo e interagir, e para isso estabelecemos uma conexão muito forte com as pessoas a nossa volta que nos apoiam.”
 
“É importante haver um novo entendimento sobre o dinheiro. E nós temos debatido isso com nossos amigos e parceiros. SEKEM é um ecossistema composto por organizações não-governamentais (como hospitais e iniciativas de educação), além de empresas em diversas atividades. Mas isso tudo está sustentado em uma fundação sem fins lucrativos que apoia essas atividades sociais e culturais. Então podemos dizer que SEKEM pertence às pessoas que atuam nela.”
 
“O capital-semente do SEKEM certamente foi insuficiente para fazer o que foi feito. Assim, o que aprendemos é que o valor da ideia, das pessoas, da equipe e da maneira como se trabalha junto é muito maior do que a importância do dinheiro. Trata-se da dimensão social e cultural. Hoje talvez o SEKEM valha centenas de bilhões de Euros, e essa criação de valor, de certa maneira, se explica por meio do que Rudolf Steiner já mostrou: quando o ser humano atua sobre a natureza gerando capital, e quando as ideias humanas atuam sobre esse capital, acontece a geração de valor.”
 
“Acredito que o que contribuiu para o sucesso do SEKEM é o poder da arte e da cultura, e uma certa loucura. Pois é só quando nos propomos a coisas que parecem impossíveis
é que conseguimos.”
 
“O sucesso precisa ser visto como um obstáculo. Sempre quando temos sucesso, isto pode corromper a nossa iniciativa. Então precisamos pensar que estamos sempre no início, pois na verdade não é o sucesso externo que deve indicar se somos bem-sucedidos. E sim o aprendizado das pessoas. Precisamos acordar todos os dias pela manhã e nos perguntar: o que faremos de diferente hoje?”
 
 

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