Escola de Coaches EcoSocial completa 11 anos celebrando mais de 360 coaches formados

Neste mês de setembro, uma das mais emblemáticas iniciativas do EcoSocial, a Escola de Coaches, iniciará a sua 23ª turma do programa de Formação de Coaches. A Escola foi criada em 2006 a partir da ampla experiência do EcoSocial como uma das consultorias pioneiras em coaching no Brasil. Sua Formação de Coaches consagrou-se como o primeiro curso brasileiro ACTP (Accredited Coach Training Program) credenciado pela International Coach Federation (ICF), já tendo desenvolvido centenas de coaches aptos a obterem a certificação na categoria PCC (Professional Certified Coach) pela ICF. A expansão da Escola se deu gradualmente com a inclusão de novos programas como a Formação em Coaching Interno; Supervisão para Coaches; Mentor Coaching para Coaches; Internal Coach; e brevemente Team Coaching e Líder Coaching. Nesta entrevista, a coach e consultora do EcoSocial, Maria Angélica Carneiro, que junto com Jorge Oliveira e Maria Lucia Pettinelli divide atualmente a coordenação do programa de Formação de Coaches, fala um pouco mais sobre a história e a essência da Escola.
A Escola de Coaches EcoSocial foi criada a partir de que impulsos?
Maria Angélica Carneiro – Ela nasceu da chama de um sonho: o desejo de ajudar as pessoas a se tornarem coaches, e a vontade de transmitir nossa experiência e compartilhar nosso caminho de desenvolvimento. Queríamos ensinar as pessoas a fazer o coaching que fazíamos; ensinar a SER coach, olhando o ser humano de forma integral, considerando todas as instâncias do pensar, sentir e querer nas dimensões da alma, corpo e espírito, e atingindo o Ser Consciente que efetua mudanças e transformações em si a partir das suas escolhas em liberdade.
Em agosto de 2006, lançamos a primeira turma após 18 meses de estudos, desenhos e preparações. O projeto teve como base a experiência adquirida junto a programas de coaching em empresas clientes, e que envolveram centenas de performers (coachees), diversos cursos e estudos realizados na unidade de Coaching e a contribuição de colegas do EcoSocial. Desde então, formamos 20 turmas abertas num total de cerca 359 alunos, e uma turma fechada para os alinhamentos do curso com os coaches do EcoSocial. Neste ano de 2017, iniciamos a 23ª turma, em setembro. A   crescente demanda que o curso originou motivou-nos a procurar oportunidades de crescimento e aprimoramento contínuo, entre elas a formação nos Estados Unidos e a certificação junto à ICF.
 
Qual a essência e as bases metodológicas do Programa de Formação de Coaches da Escola?
Maria Angélica Carneiro – Utilizando a abordagem antroposófica, o Programa possibilita a construção de um caminho de autodesenvolvimento enfatizando o ‘aprender fazendo’, mesclando conceitos com atividades e vivências que possibilitam o aprendizado nas dimensões arquetípicas do pensar, sentir e querer. A formação inclui o estudo dos processos, ferramentas e técnicas de Coaching, atividades artísticas e atuação prática supervisionada como coach.
 
E quanto à extensão do Programa?
Maria Angélica Carneiro – Atualmente, somos o programa mais extenso – são 18 meses de formação – e temos como princípio efetivamente preparar o aluno para Ser Coach. Trabalhamos com turmas de no máximo 27 participantes, e todas as aulas, mentorias e supervisões são presenciais e ministradas por nós coordenadores e fundadores do programa. Outro ponto fundamental é a carga de tempo dedicada à prática do Coaching prevista pela Escola. Estimamos que, desde o início das atividades, somadas as horas de treinamento de nossos alunos nos 8 módulos da formação, as horas de atendimento com clientes externos que eles necessitam cumprir, e considerando o número de turmas e de alunos, já atingimos cerca de 30 mil horas.
 
Quais os perfis dos profissionais que buscam a Escola?
Maria Angélica Carneiro – Em sua grande maioria são executivos de diferentes áreas das organizações. São pessoas que já fizeram a sua transição de carreira e optaram por ser coaches, ou então que estão planejando a transição, há ainda profissionais que já atuam como coaches e querem se aprimorar ou desenvolver sua própria metodologia, ou mesmo os que usam a pergunta como instrumento de trabalho, como advogados e médicos, por exemplo. Como público também estão as pessoas que desejam simplesmente passar por um processo de autodesenvolvimento e procuram realizar essa trajetória a partir dos caminhos percorridos por um coach. Nossos alunos costumam dizer que ‘entram milho e saem pipoca’, que se abrem de dentro para fora...
 
A Formação de Coaches foi a primeira iniciativa da Escola, que também criou outros programas. O que motivou o EcoSocial a ampliar o leque de opções para quem deseja desenvolver-se nesta área?
Maria Angélica Carneiro – Com a resposta extremamente positiva obtida pela Formação e a demanda crescente por coaches capacitados no mercado, aprofundamos os aprendizados, conhecimentos e práticas de coaching, contribuindo para a troca de experiências, a oportunidade de aprimoramento constante e a excelência da profissão. Este impulso de expansão revigora e amplia o propósito do EcoSocial de apoiar o ser humano na aventura de tornar-se livre para assumir o seu lugar único na vida e na construção de organizações saudáveis.
 

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