GROUP COACHING: Artigo de Regina Erismann, coach e consultora do EcoSocial

Processo fértil de criatividade e apoio mútuo para a ação
O trabalho em grupo sempre abre a possibilidade para encontros entre pessoas e troca de saberes. Assim, cria-se um campo de forças propício à aprendizagem e ao fortalecimento dos indivíduos e das condições para tomada de decisão e implementação.
 
O trabalho de coaching é aqui visto como processo de desenvolvimento através da ampliação da consciência e fortalecimento dos indivíduos para a ação.
 
Então, se juntamos o trabalho em grupo com a metodologia do coaching, juntamos potencialidade do trabalho em grupo com a assertividade do trabalho de coaching num fluxo que nos traz para o presente, nos impulsiona para o futuro e nos conecta com nossa situação interior e exterior.
 
Nós, do EcoSocial, trabalhamos a partir:
- das competências do ICF (International Coach Federation): contratação, criação do ambiente favorável ao despertar interior, exploração com perguntas poderosas, plano de ação e avaliação.
- técnicas e experiência de trabalho em grupo.
 
Tanto a contratação de Consultoria pela empresa como a própria contratação dos trabalhos nas sessões de coaching têm a finalidade de estar em parceria com a agenda do cliente, indivíduo e organização, e isto nos remete a diferentes formatos em termos de duração, número de sessões, número de participantes, local, etc.
 
Num olhar generalizado, estamos falando de encontros com os contratantes para definir a demanda e decidir o formato. Este pode ser, por exemplo, de 10 sessões de duas horas cada, com grupos de 4 a 6 pessoas. O processo acontece em um ambiente com privacidade, seja na própria organização contratante ou mesmo no EcoSocial. O fechamento é feito com a avaliação do processo com todos os envolvidos.
 
A imagem estrutural com a qual lidamos com o conteúdo das questões levantadas é de uma lemniscata (1). Percorrer este caminho nos leva à dinamização de uma situação pessoal ou organizacional. Ou seja, ao percorrê-la colocamo-nos em movimento, e criamos e potencializamos forças para lidar com as questões.
 
O ponto de partida é achar a questão mobilizadora. Esta questão pode ser individual ou pode ser comum ao grupo. Daí vem a primeira estação que é buscar uma compreensão ampliada da situação a partir do levantamento dos fatos para adentrar a realidade no seu tamanho real (o que está acontecendo?; onde é/foi?; como é/foi?; quantas pessoas estão/estavam envolvidadas?; etc). A segunda estação nos coloca na situação de buscar   os fundamentos conceituais que estão por traz dos fatos (que conceitos, padrões e crenças  fazem desta questão uma questão importante?). Voltamos então para o eixo central da lemniscata onde nos deparamos novamente com a questão, e agora com a compreensão ampliada. Por vezes, ao voltar à pergunta inicial, esta já está modificada. Aí então nos perguntamos: “queremos realmente mudar algo na situação?”. Se sim, então vem a 3a estação que é definir com que objetivo e metas queremos atuar. Este é o norte para a elaboração do plano de ação na quarta estação, que será apoiado em seus primeiros passos na execução do plano elaborado.
 
Esta imagem podemos percorrê-la sozinhos, mas se o fizermos em grupo podemos criar um campo fértil de criatividade e apoio mútuo para a ação.
 

(1) Lemniscata – Na Antroposofia, este símbolo do infinito conhecido desde a antiguidade representa o equilíbrio dinâmico, perfeito e infinito. É a base de muitos processos antroposóficos: desde a dinamização de medicamentos até a dinamização de situações sociais.

REGINA ERISMANN
regina.erismann@ecosocial.com.br
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